Milene Von Gal

Psicanalista

Atendimento psicanalítico, online, para mulheres e mães, expatriadas, imigrantes ou refugiadas onde juntas descreveremos seu processo, sua mudança territorial, suas transformações físicas e psíquicas, significandos-as e ressignificando-as quando possível, respeitando seu sagrado feminino e sua transmissão de cultura.

Formação

Graduação

Serviço Social

UNILAGO

2001 – 2005

Título: “Estágio supervisionado enquanto o espaço privilegiado de aprendizado”

Orientadora: Lesliane Caputti

Mestrado

Serviço Social

PUC – São Paulo

2009 – 2013

Título: “O estudo do cuidado como referência na relação paterna”

Orientadora: Myrian Veras Babtista

Bolsista do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico

Formação complementar

Formação em Psicanálise

Centro de Estudos Psicanalíticos

2013

“A Questão Atual da Política Social dos Serviços Sociais”

PUC – São Paulo

2009

“Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes”

Instituto Sedes Sapientiae

2009

Aspectos Psicológicos e Jurídicos da Violência

Ordem dos Advogados do Brasil

2008

Atendimento psicanalítico para mães expatriadas

Durante a mudança territorial várias trasformações ocorrem. A mais evidente são as ordem físicas e sociais, visíveis. O que fica oculto são as de ordem psíquica, sendo percebida ou não, esta certamente buscará contorno, nomeações. São singulares, difíceis de colocar em palavras, podem causar dor, alegria, porém sobretudo mudanças.

De forma ambivalente, quem vivencia a mudança de país sente a necessidade de partir e por vezes a impossibilidade de permanecer, quer manter as tradições culturais que compõem sua história ao passo que sente a urgência da adaptação a cultura do novo país.

Sentimentos de pertença, tradições, laços culturais, contato com a família de origem convocam quem está fora e quem ficou a olhar para a história de outra forma, forma esta que não existe, se faz, se constrói no fazer da vida, do tempo e do espaço.

As dificuldades de adaptação, interação, idioma especialmente com filhos, período em que necessitamos da rede de apoio, a família extensiva convidam mães, filhos, a olhar sua história com um distanciamento por vezes doloroso e reescrever uma outra história, carregada de origem e de algo que ainda não se sabe o que é, se vive e escreve-se no dia a dia, no cotidiano, no fluxo da nova cultura.

Sobre

Minha primeira aproximação com a Etnopsicanalise e a Clínica Transcultural foi através da Marie Rose Moro – ainda no Brasil, eu já sabia que iria sofrer o processo de mudança de país, transformação planejada e muito desejada.

 

As aproximações sucessivas ocorreram posteriormente já no que chamo de nova morada e foi ai me colocando em vivencia que experenciei o método como dizemos no Brasil, na carne.

 

Meu processo me transformou e ele é continuo, a mudança social se fez psíquica e já não podendo ignorar a força desta transformação e partindo da afirmativa de uma das minhas grandes mestres, Maria Lucia Martinelli, (…) a escolha pelo tema e posterior ao seu objeto de pesquisa é um encontro, dialético, pois o tema também te escolhe (…); eu vivencio o meu grande encontro com o sagrado feminino, a psicanalise, a etnopsicanalise e a clinica transcultural.

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